Eu não fico em frente ao computador, então deixo minhas ordens VAC (valido até cancelar) para alguns ativos que já selecionei, a um preço e quantidade.
Hoje constatei que foram executadas as três ordens, na verdade uma foi no começo da semana.
Entrando para a carteira:
VIVR3
TERI3
GPIV33
-
não estou doido, sei dos riscos associados a estas empresas, porém a relação risco/retorno pareceu interessante.
VIVR3 - R$0,17
vem enfrentado dificuldades no mercado pois alavancou-se, atrasou e frustrou o guidance. Ação altamente especulativa, inclusive pode ser considerada uma penny stock (Lobo de Wallstreet? Boiler Room?), enfim é uma aposta, acreditando que o atual ciclo de obras não sofra mais atrasos (além dos 6 meses contratuais), o mercado imobiliário não sofra uma crise e que ela consiga honrar suas dívidas. O preço por valor patrimonial (P/VP ou P/Book) está em 0,148x, ou seja, se ela pudesse alienar todos os bens em tese a ação poderia valorizar mais de 6 vezes.
TERI3 - R$1,70
Tereos Internacional
Vem aumentando sua base de ativos desde 2010, setor complicado, margem apertada, atualmente tenho um P/L projetado de 8x para o fim do ano.
O trigger seria o aumento do preço da gasolina que iria permitir o ganho de margens do setor novamente.
A empresa produz derivados de cana e também bioenergia.
GPIV33 - R$3,50
Sempre uma incógnita!
Adquiri pensando em um desinvestimento no longo prazo, a GP costuma retornar bons dividendos mas somente quando efetua a venda de seus ativos (participação em outras empresas).
O que temos aqui é complicado pois a rentabilidade da venda dessas participações retornam aos investidores dos fundos de participação, apenas um pouco retorna como ganho de capital (caixa) para a gestora que distribui aos cotistas (eu!).